sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Escolha o Biquíni mais bonito usado por Thaila Ayala

Thaila Ayala: Vote no biquíni mais bonito usado pela atriz


Dona de um corpo em excelente boa forma, ela tem coleção de biquínis. Escolha seu favorito




Thaila Ayala adoroava aproveitar suas folga para curtir uma praia, seja na companhia do namorado, o ator Paulo Vilhena, de amigas, como a atriz Isis Valverde, ou sozinha. A atriz, que tem uma coleção de biquínis, costuma inovar, com diversos modelos.

Sempre em ótima forma física, Thaila já exibiu seu corpão em tomara-que-caia, de lacinho e até outro com calcinha comportada.


Enquete do Site QuemAcontece.com.br


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Participações







Thaila Corinthians

O primeiro encontro de Thaila Ayala com o Timão

Meu Jogo Inesquecível: o primeiro encontro de Thaila Ayala com o Timão;
Clássico com Palmeiras em 1997 em Presidente Prudente, onde nasceu, marca vida da atriz, que vê gesto ensinado por pai feito pelo goleiro Ronaldo.
A cena já completou 13 anos, mas ainda está bem viva na memória. Foi em 9 de março de 1997 que uma menina de Presidente Prudente pisou, pela primeira vez, num estádio de futebol. O pai, Clóvis, corintiano roxo, não perdeu a chance quando o time foi à cidade. E num clássico contra o Palmeiras, pelo Paulista de 1997. O Prudentão não estava todo terminado. Mas nem isso o impediu de levar para o jogo a filha de dez anos, com nome tupi que significa estrela.
E ela se sentiu no céu. Ao chegar, olhou para a arquibancada. A Fiel lá, em peso. A primeira cena já impressionou. Depois, veio a glória. Na entrada do time em campo, olhou para o goleiro Ronaldo. Ele saudou a massa e caminhou para o gol. Bateu três vezes com o pé nas traves e fez o sinal da cruz. Era tudo o que a atriz Thaila Ayala queria ver. Naquele momento, seus dois maiores heróis pareciam apenas um. O resultado, o empate por 2 a 2, virou mero detalhe.

- Meu pai chegou a jogar com o Ronaldo. Também era goleiro, e ensinou para ele nas peladas aquele ritual para dar sorte. Quando fui ver o jogo, fiquei esperando-o fazer aquilo. Foi uma emoção imensa. O Ronaldo era incrível. Já o considerava meu ídolo antes disso... E esse foi o primeiro e único jogo na vida que fui com meu pai. O final nem chegou a ser feliz, porque não vencemos. Mas acabou se tornando um bom batizado como corintiana, até na adversidade. E esse jogo se tornou inesquecível - disse Thaila, em entrevista no Projac, em meio às gravações de "Ti-ti-ti", novela das 19h da TV Globo, em que interpreta a personagem Amanda.

Até que a partida foi importante para a campanha que daria o título paulista para o Timão. Donizete abriu o placar para a equipe, aos 25 minutos do primeiro tempo. Luizão e Viola, dois ídolos marcantes na história do Corinthians, estavam do outro lado e viraram o jogo para o Palmeiras. Mirandinha, aos 38 minutos da etapa final, evitou a derrota e fez a alegria da fiel debutante.
- Lembro que a gente ficou perto de um lugar no estádio que ainda estava em obras. No primeiro gol, pulei no meu pai, foi uma vibração enorme, uma adrenalina. Quando o Palmeiras virou, ficou um silêncio no estádio. Lá em Prudente é incrível, todo mundo que conheço é corintiano. Por isso, a loucura no fim do jogo, com o empate. Aquele time era muito bom. Além do Ronaldo, adorava o Marcelinho Carioca. Muitos anos depois, o vi num posto de gasolina, aqui na Barra. Eu não sabia o que fazer. Fiquei estática - confessou.
Se quando viu o ídolo de perto Thaila não esboçou reação, não se pode dizer o contrário em sua vida. A atriz começou cedo a carreira de modelo. E pegou logo a estrada. Depois, se tornou atriz. Com a distância física dos pais, que se separaram, ficou mais complicado o encontro com seu Clóvis para assistir às partidas do Timão. As amigas passaram a ser companhia no Pacaembu ou Morumbi. Mas o elo corintiano com o pai seguiu mesmo após a sua morte, em 2004.
- Lembro muito bem que, quando cheguei para o velório com a bandeira do Corinthians para cobrir o caixão, foi uma emoção muito grande. Ele tinha feito esse pedido. Ainda brincou. Disse que se não fosse enterrado com a bandeira viria para puxar o meu pé - disse, emocionada.


Rivalidades e superstições.
A vida seguiu para Thaila. A paixão pelo Corinthians também. Seja ao vivo, nos estádios, pela TV, celular ou até twitter, dá um jeito de acompanhar o seu time. Da forma mais passional possível. As superstições aliadas à fé são várias: pulos para São Longuinho, orações para Nossa Senhora Aparecida e laços na camisa para evitar gol do adversário (veja no vídeo). Fora um hábito que apimenta a rivalidade com o grande rival, o Palmeiras.
- Não visto verde de jeito nenhum. Desde criança. Verde, para mim, só a natureza.
Quando vai ver o Timão jogar, Thaila não abre mão de ficar no meio da torcida, na arquibancada. Exatamente perto da facção mais conhecida. Ali, assistiu a outro momento que considerou marcante. E foi este ano, pela Libertadores: a vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo no Pacaembu nem classificou o time para a próxima fase - no primeiro jogo, os corintianos perderam por 1 a 0 no Rio -, mas deu um gostinho especial para a ilustre torcedora.
- Estava no Maracanã com minha amiga Camila quando perdemos do Flamengo no Maracanã. Foi horrível. Quando saí do Pacaembu, mesmo com a eliminação da Libertadores, teve aquele gostinho bom, de vingança. Passaram, mas perderam da gente - afirmou a atriz, que não esconde a rivalidade com o Rubro-Negro.
Simpatia pelo Botafogo

Morando no Rio, Thaila, além de ir ver os jogos do Corinthians, quando o trabalho permite, passou a acompanhar também o Botafogo, clube pelo qual passou a nutrir simpatia. As derrotas nas finais dos campeonatos cariocas estimularam antipatia pelo Flamengo.

- O Flamengo ainda é amigo perto da rivalidade que tenho com o Palmeiras. Mas foi campeão à custa de muito roubo. O Botafogo foi horrorosamente roubado no Carioca - afirmou a atriz, que elegeu Léo Moura como o jogador rubro-negro de quem tem mais bronca. - Odiava também o Bruno, mas de tão bom que ele era como goleiro - reconheceu.

Os goleiros têm sempre lugar especial no coração de torcedora de Thaila. Felipe, que saiu brigado com o Corinthians, era o ídolo atual. Surpreendentemente, Ronaldo Fenômeno não é o preferido da atriz.

- Admiro o Ronaldo, fico feliz que ainda jogue. Mas se tivesse emagrecido... O problema da vinda dele é que o clube ficou muito pop. Arrastou muita gente que não tinha time e passou a torcer pelo Corinthians. Não gosto disso. Prefiro aquele torcedor tradicional mesmo, o da Fiel - disse, com ciúmes.

Este ano, ela ainda torce por um título brasileiro para coroar o ano do centenário. Dentro de casa, pelo menos, ela garante vencer um clássico que ferve. A atriz vive com o ator Paulo Vilhena, um santista roxo.

- Mas eu sou muito mais corintiana do que ele santista - afirmou a atriz da TV Globo.
Fonte: Globo.com/GlogoEsporte

segunda-feira, 8 de novembro de 2010